Poster de Onça Parda

R$ 80 

Poster em papel antiácido em edição limitada, inspirado na onça parda. O título deste quadro é “Florida Panther”, um feline altamente ameaçado de extinção. Este poster é um ótimo presente para os amantes da natureza e da arte.  

Este poster foi impresso em papel de 100lb, antiácido e com proteção contra raios ultra-violeta. Tamanho aproximado: 28"x 22" (71cm x 56cm).

Clique aqui para enviar um catão virtual: 

 

 Informações sobre a onça pintada (suçuarana) : 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A7uarana

Organizações que ajudam a preservar a onça parda no Brasil: 

TEXTO SOBRE A ONÇA PARDA (SUÇUARANA)

Características

O puma, Felis concolor, é um felino capaz de viver tanto na montanha como no deserto, na floresta, no pântano ou no bosque. É um predador solitário. Os contatos e as possíveis lutas entre pumas (ou onça parda) são muito raros. Felino de 0,75 m de altura, 1,20 m de comprimento e 0,60 m de cauda. Um macho adulto pode pesar até 50 kg. Tem a cabeça arredondada e pequena, o corpo esbelto, pescoço grosso, olhos grandes e vasta bigodeira. Nas patas da frente, cinco dedos; nas de trás, só quatro.

Aparece no Canadá e na parte meridional da América do Sul, principalmente nas montanhas Rochosas e nos Andes. Vive tanto na América do Norte como na América do Sul.

O sanguinário


Há quem o chame de covarde por fugir assim que é vista, mas a verdade é outra: embora de menor porte, a suçuarana (ou onça parda) enfrenta bravamente a onça-pintada e, muitas vezes, leva a melhor, graças a sua ferocidade.

Mas, apesar de muito sanguinário, o puma pode ser domesticado. Em algumas fazendas argentinas, há pumas que desempenham a função de cão pastor, convivendo sem nenhuma hostilidade com os carneiros.


Parentesco

Apesar de seu grande porte, a onça parda é mais aparentada com os gatos do que com a onça-pintada. Sua voz é um miado e não o poderoso esturro do jaguar.

Sinônimos


também chamado de Puma, Jaguaruna, Suçuarana, Leão Americano e Leão de Montanha, por seu aspecto semelhante ao de um leão africano, embora não tenha juba. Se não ataca o homem, certamente será por uma questão de princípios - o que lhe valeu o nome de "amiga do cristão".

Alimentação

A onça parda é carnívora, ataca e trucida indiscriminadamente ovelhas, cabras, emas e lebres da Patagônia. Embora não ataque o homem, causa grandes prejuízos aos fazendeiros, degolando seu gado. É facilmente localizável principalmente à noite, nos galinheiros e currais das fazendas. Caça veados, capivaras, porcos-do-mato e outros mamíferos. É muito ágil, hábil e consegue matar também aves e macacos nas árvores.

Gestação e filhotes

Sua gestação dura por volta de 95 dias, e tem de 3 a 4 filhotes por vez. Os filhotes nascem pintados, estas manchas ficam até seis meses. Os filhotes mamam por doze semanas ou mais, mas já começam a comer carne com um mês e meio.


Classificação científica

  • Família - Felídeos.

    • Ordem - Carnívoros.

    • Espécie - Puma concolor ou Felis concolor.


TEXTO DO SITE http://www.webciencia.com

  

Posters em estilo figurative abstrato - Gravuras tipo poster dos quadros de Naza - De acordo  com a artista, ao escolher a natureza como assunto para suas pinturas ela, de certa forma, ajuda a despertar a consciência das pessoas para a necessidade de proteger o meio ambiente e salvar as epécies em extinção. 

Poster de Peixe-Boi (peixe boi)

R$ 30 

Poster inspirado no peixe-boi. O título deste quadro é “Ready for a Hug” (pronto para um abraço). Este animal está ameaçado de extinção.

Tamanho aproximado da imagem: 28"x 22" (71cm x 56cm).

 

   

Página da pintora na Wikipedia:

     

Organizações que ajudam a preservar o 

peixe-boi (peixe boi) no Brasil:

http://www.amigosdopeixe-boi.org.br/

Associação de Pesquisa e preservação de Ecossistemas Aquáticos - AQUASIS
Praia de Iparana, S/Nº - SESC - Iparana
61600-000 - Caucaia - CE
Tel.: (85) 3318.6011, (85) 8816.7045 
Fax: (85) 3318.6002 
E-mail: aquasis@aquasis.org 
Site: www.aquasis.org 

 

Bio-ecologia/Distribuição

O peixe-boi marinho pode ser encontrado no Nordeste e Norte do país. 
Já o peixe-boi amazônico só existe na bacia do rio Amazonas, no Brasil, e no rio Orinoco, no Peru.

No passado, podiam ser encontrados em toda a costa, do Espírito Santo ao Amapá. Por causa da caça indiscriminada desde a época da colonização do Brasil e o avanço da ocupação do litoral, este animal se encontra seriamente ameaçado de extinção. Hoje, eles aparecem apenas no Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, tendo desaparecido no Espírito Santo, Bahia e Sergipe.

No Nordeste, a presença é descontínua. O peixe-boi não é encontrado no litoral sul de Pernambuco, norte de Alagoas e em parte do litoral do Ceará.

Podem ser definidas três áreas de ocorrência na costa atlântica brasileira:

  • do Oiapoque à praia de Cacimbinhas, em Guriú, no Ceará.
  • de Barro Preto, Iguape, no Ceará, a Olinda, em Pernambuco.
  • da Barra de Santo Antônio, em Pernambuco, ao Pontal do Peba, em Alagoas.

A facilidade de captura levou o peixe-boi a ser caçado de forma indiscriminada. Hoje, ele é o mamífero aquático mais ameaçado de extinção no Brasil, de acordo com o Plano de Ação para os Mamíferos Aquáticos elaborado pelo IBAMA em 1997. No Brasil, é protegido por lei desde 1967 (lei de Proteção à Fauna n.º 5197/67). A caça é considerada um crime inafiançável sujeito à pena de dois anos de prisão.

O peixe-boi marinho é a espécie mais conhecida entre os sirênios, sobretudo a subespécie da Flórida, nos Estados Unidos. As duas subespécies, a americana, Trichechus manatus latirostris, e a brasileira, Trichechus manatus manatus, enfrentam problemas quanto à conservação em virtude da degradação do habitat, poluição dos sistemas fluviais e marinhos, trânsito intenso de embarcações motorizadas (na Flórida, são freqüentes os animais feridos pelas hélices das lanchas), caça indiscriminada e pesca de subsistência e acidental.

Há vários locais, como o México, a Venezuela e Belize, onde o peixe-boi marinho parece ser abundante ou onde ainda há grande quantidade de habitat disponível. Mas é preciso que se estabeleçam regras urgentes de proteção. Os estudos históricos mostram que o número de peixes-bois tem declinado acentuadamente em muitos países da América do Sul e Central, particularmente em Honduras, Costa Rica, Panamá e Brasil.

Texto do site do Projeto Peixe-boi:

http://www.projetopeixe-boi.com.br/peixeboi/pb_bioeco_dist2.htm 

Clique na imagem ao lado para ver os quadros a óleo

quadro de mulher em estilo abstrato