Informações sobre a onça pintada (suçuarana) : Organizações que ajudam a preservar a onça parda no Brasil: Informações da Prefeitura de São Paulo, SP: TEXTO SOBRE A ONÇA PARDA (SUÇUARANA) Características O puma, Felis concolor, é um felino capaz de viver tanto na montanha como no deserto, na floresta, no pântano ou no bosque. É um predador solitário. Os contatos e as possíveis lutas entre pumas (ou onça parda) são muito raros. Felino de 0,75 m de altura, 1,20 m de comprimento e 0,60 m de cauda. Um macho adulto pode pesar até 50 kg. Tem a cabeça arredondada e pequena, o corpo esbelto, pescoço grosso, olhos grandes e vasta bigodeira. Nas patas da frente, cinco dedos; nas de trás, só quatro. Aparece no Canadá e na parte meridional da América do Sul, principalmente nas montanhas Rochosas e nos Andes. Vive tanto na América do Norte como na América do Sul. O sanguinário Há quem o chame de covarde por fugir assim que é vista, mas a verdade é outra: embora de menor porte, a suçuarana (ou onça parda) enfrenta bravamente a onça-pintada e, muitas vezes, leva a melhor, graças a sua ferocidade. Mas, apesar de muito sanguinário, o puma pode ser domesticado. Em algumas fazendas argentinas, há pumas que desempenham a função de cão pastor, convivendo sem nenhuma hostilidade com os carneiros. Parentesco Apesar de seu grande porte, a onça parda é mais aparentada com os gatos do que com a onça-pintada. Sua voz é um miado e não o poderoso esturro do jaguar. Sinônimos também chamado de Puma, Jaguaruna, Suçuarana, Leão Americano e Leão de Montanha, por seu aspecto semelhante ao de um leão africano, embora não tenha juba. Se não ataca o homem, certamente será por uma questão de princípios - o que lhe valeu o nome de "amiga do cristão". Alimentação A onça parda é carnívora, ataca e trucida indiscriminadamente ovelhas, cabras, emas e lebres da Patagônia. Embora não ataque o homem, causa grandes prejuízos aos fazendeiros, degolando seu gado. É facilmente localizável principalmente à noite, nos galinheiros e currais das fazendas. Caça veados, capivaras, porcos-do-mato e outros mamíferos. É muito ágil, hábil e consegue matar também aves e macacos nas árvores. Gestação e filhotes Sua gestação dura por volta de 95 dias, e tem de 3 a 4 filhotes por vez. Os filhotes nascem pintados, estas manchas ficam até seis meses. Os filhotes mamam por doze semanas ou mais, mas já começam a comer carne com um mês e meio.
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Posters em estilo figurative abstrato - Gravuras tipo poster dos quadros de Naza - De acordo com a artista, ao escolher a natureza como assunto para suas pinturas ela, de certa forma, ajuda a despertar a consciência das pessoas para a necessidade de proteger o meio ambiente e salvar as epécies em extinção.
Organizações que ajudam a preservar o peixe-boi (peixe boi) no Brasil:
Bio-ecologia/Distribuição O peixe-boi marinho pode ser encontrado no Nordeste e Norte do país. Já o peixe-boi amazônico só existe na bacia do rio Amazonas, no Brasil, e no rio Orinoco, no Peru.No passado, podiam ser encontrados em toda a costa, do Espírito Santo ao Amapá. Por causa da caça indiscriminada desde a época da colonização do Brasil e o avanço da ocupação do litoral, este animal se encontra seriamente ameaçado de extinção. Hoje, eles aparecem apenas no Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, tendo desaparecido no Espírito Santo, Bahia e Sergipe. No Nordeste, a presença é descontínua. O peixe-boi não é encontrado no litoral sul de Pernambuco, norte de Alagoas e em parte do litoral do Ceará. Podem ser definidas três áreas de ocorrência na costa atlântica brasileira:
A facilidade de captura levou o peixe-boi a ser caçado de forma indiscriminada. Hoje, ele é o mamífero aquático mais ameaçado de extinção no Brasil, de acordo com o Plano de Ação para os Mamíferos Aquáticos elaborado pelo IBAMA em 1997. No Brasil, é protegido por lei desde 1967 (lei de Proteção à Fauna n.º 5197/67). A caça é considerada um crime inafiançável sujeito à pena de dois anos de prisão. O peixe-boi marinho é a espécie mais conhecida entre os sirênios, sobretudo a subespécie da Flórida, nos Estados Unidos. As duas subespécies, a americana, Trichechus manatus latirostris, e a brasileira, Trichechus manatus manatus, enfrentam problemas quanto à conservação em virtude da degradação do habitat, poluição dos sistemas fluviais e marinhos, trânsito intenso de embarcações motorizadas (na Flórida, são freqüentes os animais feridos pelas hélices das lanchas), caça indiscriminada e pesca de subsistência e acidental. Há vários locais, como o México, a Venezuela e Belize, onde o peixe-boi marinho parece ser abundante ou onde ainda há grande quantidade de habitat disponível. Mas é preciso que se estabeleçam regras urgentes de proteção. Os estudos históricos mostram que o número de peixes-bois tem declinado acentuadamente em muitos países da América do Sul e Central, particularmente em Honduras, Costa Rica, Panamá e Brasil. Texto do site do Projeto Peixe-boi: http://www.projetopeixe-boi.com.br/peixeboi/pb_bioeco_dist2.htm |
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